Deito-me por sobre estes ramos
Desta tristeza pegajosa
Aparentada a erva daninha Que consome
E não deixa que floresça, desolado e só, aceito
Mas aceitar como? se até a mais imponente obra-prima
Só, não dura, não se mantem, nada vive só
Não existe autossuficiência, de modo algum
Tudo necessita de tudo, inclusive o próprio nada
De fato não estou bem, ninguém está
Gostaria de encontrar o meu “tudo” ou meu “nada”
Quem há de vir cuidar de meu jardim?
Que cobriu-se de ervas daninhas.
POR: Mailson Constantino Dos Santos
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