“Não há quem se condicione em sua riqueza
Nem em sua elegância perdure
O quão rápido chega a luxúria
E o respeito e ponderação social se perdem
No âmbito de orgia e prazeres carnais
O quão rápido se perde também os modos
No arrepio da nuca beijada
E no extremo prazer do sexo
Homem só homem se torna
Mulher apenas por mulher é vista
Não por cavalheiro
Nem por dama
E no qual se perde o rei de sua majestade
E prateia o algoz desejo de não ter a quem deseja
Nem por mil peças de seu tesouro
No qual o ermo fruto, a carne desola torna
E a insanidade toma conta do seu tato
Pela luxúria não consumada no prazer”
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