terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Inspirado em post de Iris (www.diariosdeumagarotaestranha.blogspot.com)

"De repente os olhos tristes arregalam-se em demasiado espanto
Contemplando talvez esse possível infinito sentimento que os noivos (vida e morte) Comungam, talvez possível enleio, talvez o nada;
De fato nada separa a vida e a morte, exceto a vírgula do teu poema e imortalidade de teus pensamentos;
Como que se brinca com sentimentos?
Macabra essa brincadeira dos imortais
Como podem ser miseráveis os que não desejam paixão se,mesmo eles não a procurando ela os sobrevém
Sedentos de carinho sim, isto não conflito eu
São assim os seres que exprimem suas necessidades
Os olhos se casam porque são carne
Mas as almas tem linguagem própria, não se compartilham
Só compreendem a Deus, Individuais
Ao menos que as ensine a língua dos homens
Tarefa que de fato simples não é
e poucos conhecem essa tarefa chamada 'AMOR'
Pois a loucura (que é separada do amor por um finíssimo véu) 
e a sabedoria são permutadas entre Deus e Homem
E todo esse sanatório que Observaste
Eu nem ouso Compreender"

Nenhum comentário:

Postar um comentário