Quando o dia se faz noite
E a luz se devia na nostalgia
Dando lugar a escuridão
Em perfeita harmonia
E do belo faz-se o feio
E do claro faz-se penumbra
E da vida faz-se morte
E do bem-vindo, Despedida.
Do anátema de viver
À dadiva da morte
Provém do anátema a dadiva
Provém do bem o mal
Provém do yin o yang
Provém do sol a lua
E num entrelaço eterno
Provém do dia à noite
E da noite provém o dia.
POR: Mailson Constantino Dos Santos
POR: Mailson Constantino Dos Santos
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