“Uma doce e fria brisa atinge meu rosto
Dessas que precedem a prime a chuva
E me sorrir brevemente uma bruma
Arrastados passo empenho ao abrigo
Não devo me molhar, eu penso...
Por uma chuvinha qualquer não vou me resfriar
Dados meus últimos passos, reclamo da chuva
Que veio perturbar minha viagem
Ouço gritos, vejo vultos saltitando em
Algazarra, tão felizes, com as mãos ara o ar
Os gritos que agora reconheço: “oba! chuva”.
E no instante seguinte, jovens enlameados na frente daquele jardim...
Que crianças tolas pensei comigo mesmo, sendo incapaz de sentir a alegria que ficou há décadas esquecida no meu peito molhado de chuva”
POR: Mailson Constantino Dos Santos
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